CONTROLES RÍTMICOS E VETORIAIS COMO ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO AFETIVA: UMA ABORDAGEM MAIS-QUE-REPRESENTACIONAL
DOI:
https://doi.org/10.15628/geoconexes.2024.17562Palavras-chave:
lugar, geografia mais-que-representacional, afetoResumo
A partir dos pressupostos mais-que-representacionais este artigo epistemológico visa analisar os impactos dos ritmos e direções para o comportamento humano e, de retorno, para o arranjo do próprio espaço. Para tanto, apropria-se das relações afetivo-performáticas para construir um arcabouço teórico que apresenta o espaço e a categoria lugar dialética e concomitantemente como palcos e subprodutos das relações de poder. Para além das considerações teóricas, acerca da manipulação afetiva, por intermédio do controle dos ritmos e das direções, o artigo abre outra possibilidade de avaliação: considerando a natureza espaço-temporalmente sitiada da experiência, conclui-se que é plausível inferir que controles rítmicos e vetoriais impactem, remotamente, na constituição dos lugares.
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